Archive for the ‘Esse Eu Li Todo’ Category

JLA Year One

September 13, 2006

Ola a todos, essa semana eu vou indicar para vocês a mini JLA Year One, que é muito bacana, mostra a origem da Liga pós Crise nas infinitas terras e pré Crise Infinita (já que mudou tudo agora).

Mesmo não valendo mais como a origem definitiva a mini é boa demais, mostra como os personagens Lanterna Verde (Hal Jordan), Aquaman, Jon Jonnz, Canário Negro e Flash (Barry Allen) fundaram a Liga e como passaram a confiar e lidar uns com os outros, é boa demais!!! Eu já li as duas origens, a que tem no Showcase e essa e essa é a mais bacana, claro!!! Vamos ver como vai ser essa depois do Infinite Crisis!!! A série é escrita pelo Mark Waid e desenhada pelo Bryan Augustin e finalizada pelo Barry Kitson!!!

Esse Eu Li Todo: Showcase Presents Justice League Of America Volume 1

July 19, 2006

Eu já terminei de ler essa edição há alguns meses, mesmo assim, venho falar dela por ser muito legal mesmo, é bacana demais!!!!

Ela apresenta as primeiras 20 histórias com a Liga da Justiça da América em 544 páginas, mostrando sua origem (que foi reestabelecida depois do Infinite Crisis, deixando de lado a sensacional mini-série JLA Year One de Mark Waid) com os personagens Superman, Batman, Mulher Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Jonn Jonnz, Aquaman, Snapper Carr e depois mostra a entrada dos personagens Arqueiro Verde e Eléktron.

Mostra também a primeira aparição de vilões como Despero, Kanjar Ro, Amos Fortune e outros. As histórias são muito mais inocentes por pertencerem a Era de Prata, mas são muito divertidas e é uma boa leitura de cabeceira, li muitas histórias desse Showcase antes de dormir.

Estou esperando ansiosamente a DC anunciar mais volumes dessa série que pretendo colecionar por inteira.

Esse Eu Li Todo: New X-Men do Grant Morrison

July 5, 2006

Hoje eu vou falar de uma série que pra mim foi uma das melhores que os X-Men já tiveram, os New X-Men de Grant Morrison.New X-Men, que antes era conhecida como X-Men volume 2, mudou de nome quando o escritor Grant Morrison entrou no título na edição 114. A idéia do editor chefe da Marvel Comics na época, Joe Quesada, era que títulos mais fortes como X-Men voltassem a sua antiga glória e voltassem a ter o reconhecimento da crítica.

A passagem de Morrison pelo título realmente fez juz ao “new” em seu nome, adicionando novas idéias e conceitos ao mito dos X-Men usando os personagens Ciclope, Wolverine, Jean Grey, Fera, Emma Frost e Xorn no papel de professores. Morrison e o artista Frank Quitely recriaram o visual dos X-Men, deixando de lado os colants coloridos para algo mais comtemporâneo.

Algumas das mudanças mais notáveis foi o surgimento de mutações secundárias, como o Fera passar a lembrar um felino ao contrário do seu visual mais parecido com um gorila, a reintrodução de Emma Frost como uma integrante do time. Os fãs teriam a maior surpresa na edição 115 quando a ilha de Genosha e a maioria de seus habitantes assim como Magneto foram completamente destruidos, criando o tom que iria dominar a passagem de Morrison pela revista.

O New X-Men de Morrison foi recebido com opiniões divididas. Fãs mais antigos achavam que a chegada de Morrison não era nada mais nada menos do que uma jogada para aumentar as vendas do título. Outros, leitores mais jovens, achavam que a chegada de Morrison como uma renovação da franquia que estava cansada, repetitiva e cada vez menos interessante. Mesmo assim as vendas subiram cada vez mais e quase toda a reação negativa de fãs antigos mudou, aceitando as novas idéias e conceitos com bastante contentamento. A passagem de Morrison provou ser uma das mais bem sucedidas em qualquer título dos X-Men e tornou-se o sucesso de críticas que Quesada havia planejado anteriormente.

Na minha opinião Grant Morrison chegou na hora certa para reformular um conceito cansado, os X-Men precisavam se renovar como foi feito, e para mim é um dos melhores arcos já feitos na revista. Eu lembro que foi essa passagem do escritor pela revista que me fez voltar a gostar de X-Men, já que eu havia passado uns 2 ou 3 anos sem ler nada de quadrinhos.
A passagem de Morrison acabou no número 154, e no 157, o adjetivo “New” foi deixado de lado para o evento “X-Men Reload” voltando a se chamar X-Men.

Encadernados

  1. E Is For Extinction” edições: 114–117 e New X-Men 2001 Annual;
  2. Imperial” edições: 118–126
  3. New Worlds” edições: 127–133
  4. Riot At Xavier’s” edições: 134–138
  5. Murder At The Mansion” edições: 139–141
  6. Assault on Weapon Plus” edições: 142–145
  7. Planet X” edições: 146–150
  8. Here Comes Tomorrow” edições: 151–154


Esse Eu Li Todo: The Invisibles Volume 2

June 21, 2006

Bloddy Hell In AmericaOla a todos, como prometido meses atrás, vim aqui falar para vocês do segundo volume de The Invisibles de Grant Morrison. Terminei tem um tempinho, alguns meses, e ele pode ser encontrado em três encadernados:

  • Bloody Hell in America (vol 2, #1-4; com a arte de Phil Jimenez)
  • Counting to None (vol 2, #5-13; com a arte de Phil Jimenez)
  • Kissing Mister Quimper (vol 2, #14-22; com a arte de Chris Weston e Ivan Reis)

Nesse segundo Volume, os Invisibles se mudam para a América e descobrimos a origem de outros integrantes assim como passamos a conhecer outros personagens Invisibles. Logo de começo eles invadem um laboratório do governo onde a cura da AIDS era mantida guardada. O segundo volume é tão bom quanto o primeiro e involve viagens no tempo, totens, wormwholes, mais magia do caos, magic mirrors, etc!

Eu aconselho também esse segundo volume, bom demais, a arte de Jimenez é boa demais, fora que o Grant Morrison é foda!!!!


Esse Eu Li Todo: Ultimates Volume 1

June 7, 2006

Aproveitando que semana passada chegou pra mim o hardcover Ultimates Volume 1, vou falar um pouco sobre essa séria boa pra caramba.

Ela estaria dividida primeiramente em duas partes, na primeira a formação do grupo, onde os personagens nos são (re)apresentados. Novos conceitos são criados, Mark Millar e Bryan Hitch trouxeram todos aqueles personagens criados na era de prata e ouro para o século 21. Nessa primeira parte ainda temos a luta do grupo contra o Hulk, nessa nova versão não temos o Loki, e sim Banner agindo conscientemente.

Na segunda parte temos a batalha do grupo contra os Chitari, que é a versão Ultimate para os Skrulls do universo 616, isso eu só descobri nos extras do encadernado, eu achava que era outra raça. A batalha é muito boa, dura uns 3 capítulos e tem as melhores cenas da série.

Eu recomendo mesmo esse hardcover, tem pra vender na Livraria Cultura, e não sai tão caro. Estou esperando o volume 2 terminar, o hardcover deve sair no primeiro semestre de 2007, assim como o volume 3 da série, por Jeph Loeb e Joe Madureira.








Esse Eu Li Todo: Watchmen

May 10, 2006
Mês passado eu li o encadernado de Watchman, e posso falar que com certeza é uma das melhores histórias que já li. É escrita por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons. Nos mostra como seria o mundo real se as nações tivessem os heróis em suas linhas de defesa, no caso da série os Estados Unidos. É bom demais!!! Foi originalmente publicada em 12 edições pela DC Comics, e depois foi lançado o seu Graphic Novel com a série encadernada. Ano passado foi lançado sua versão Absolute (que por pouco, muito pouco, não comprei, o problema foi o preço, mais de R$230).

Na história nos conseguimos sentir os sentimentos dos personagens, conseguimos sentir a tensão da Guerra Fria, sentimos pena, sentimos medo. Watchmen é a única obra em quadrinhos a ganhar o Hugo Awards e a única que está na lista das 100 maiores obras literárias da Time.

Watchmen é maravilhoso demais!!! Vale a pena mesmo ler, e de repente até gastar os mais de R$230 na edição Absolute, a meu é o encadernado comum, mas me sinto tentado a comprar a versão Absolute. Eu recomendo essa Graphic Novel para qualquer pessoa, até quem não gosta de quadrinhos.








Carlinhos tem medo da Guerra Fria desde que viu O Dia Depois de Amanhã!!!

Esse Eu Li Todo: Authority Revolution

April 26, 2006


Essa semana vou falar de The Authority: Revolution escrita por Ed Brubaker com arte de Dustin Nguyen e Richard Friend e fala sobre os problemas encontrados pela equipe enquanto líderes de Estado da América.

Na história The Authority luta contra uma equipe de velhos super-humanos chamados Minutemen (seria uma homenagem a Watchmen???), formada por antigos super-heróis patriotas das décadas de 40, 50, e 60. Eles utilizam a seu favor o descontentamento dos cidadãos americanos em relação a tomada do governo pela equipe causando vários protestos ao redor do país, respondendo a uma pessoa que tem seu próprio Carrier.

Em uma batalha entre o The Authority e os Minutemen, a Casa Branca, assim como parte de Washington, é detruída fazendo com que a equipe deixe o governo e também causam sua separação. Três anos passam e cada um foi cuidar de sua vida, e ao visitar o túmulo do The Doctor, Jenny Quantum, agora com 8 anos, decide trazer de volta a equipe, sentindo que algo muito errado está acontecendo.

Não vou contar mais, essa série realmente trouxe de volta o The Authority que conhecemos, é boa demais, foi o último trabalho de Brubaker antes de assinar o contrato de exclusividade com a Marvel para a DC. Eu recomendo mesmo, e espero que seja publicado no Brasil. É louco demais como tudo acaba, bom demais!!!

Bom, fora as minis paralelas e especiais, The Authority agora está em Standby, esperando a estreia de sua nova série pelas mãos de Grant Morrison e Gene Ha ainda esse ano.

Existem dois encadernados da série: The Authority: Revolution Book 1 (1-6) e The Authority: Revolution Book 2 (7-12)





Esse Eu Li Todo: Authority Volume 2

April 19, 2006


Sim, estou de volta para continuar nossa série falando sobre The Authority, mas hoje, vamos falar da segunda série, que na minha opinião foi a mais fraco, mas tem alguns detalhes bons.Essa série foi escrita por Robbie Morrison com arte de Dwayne Turner. Durou 14 edições e na 10ª fez parte do Crossover Coup d’état que atingia as revistas The Authority, Stormwatch: Team Achilles, Sleeper and Wildcats v3.0. Esse crossover mostrava o The Authority tomando o poder, o governo, dos Estados Unidos.

A série toda pode ser encontrada nos encadernados:
Harsh Realities – Vol 2 #0-5.
Fractured Worlds – Vol 2 #6-14.
Coup d’état – crossover Coup d’état

Depois da controversa passagem de Millar pela revista a DC decidiu que isso não aconteceria novamente fazendo com o título se tornasse mais voltado para temáticas com super heróis comuns, o que acabou não agradando os fãs, incluindo esse que vos fala, fazendo com o título fosse cancelado passando por um novo relançamento, The Authority Revolution de Ed Brubaker, esse sim vale a pena e vou falar sobre ele semana que vem, até lá.













Esse Eu Li Todo: The Authority de Mark Millar

April 12, 2006


Hoje, na segunda parte sobre The Authority, vou falar sobre a passagem de Mark Millar e Frank Quitely (com alguns convidados) pela série. Os dois manteram o tom de ultraviolencia da série, mas adicionaram atitudes irreverentes e revolucionárias aos seus personagens. Eles queriam criar um mundo melhor, seguindo a filosofia do custe o que custar.


Após a morte de Jenny Sparks com o fim do século 20, Jack Hawksmoor tomou a liderança da equipe e além de enfrentar personagens baseados no Universo Marvel, também enfrentou o governo americano, que havia se cansado das atitudes da equipe, os substituindo por heróis similares, quase que duplicatas escolhidos pelo G7. Outro fato polêmico foi a adoção da personagen Jenny Quantum pelos, agora casados, Apollo e Midnighter. Outro fato que foi mostrado na sério foi que o The Doctor, após uma overdose de heroína e por não ter estado com o Authority em um momento importante, largou o vício.


O título, por ter se mostrado muito controverso, acabou sendo censurado pela DC. Um desses fatos foi a remoção de um beijo entre Apollo e Midnighter, que para a editora poderia trazer problemas no campo da mídia. O título estava se tornando bem polêmico, e sempre abrangia temas como sexo e violência e começava a preocupar a DC.


Esse fato veio a tona quando o 11 de Setembro aconteceu durante o um dos últimos arcos de Millar, Brave New World. O número 22 foi o último de Quitely, que deixou o título para desenhar New X-Men na Marvel. O título então ficou parado e para que ele não atrasasse muito, um arco de 4 partes, escrito por Tom Peyer, com a Authority do G7, foi lançado, servindo como ponte para o arco final de Millar, que começou no número 27. Tinha cenas de necrofilia, violência extrema em New York, o que foi considerado de mal gosto, já que o 9/11 tinha acontecido havia pouco tempo e também cenas dos membros do Authority sendo humilhados e degradados, o que acabou sendo amenizado pelo novo desenhista, o veterano Arthur Adams.


Paineis chegaram a ser alterados, como um que George W. Bush era mostrado como um covarde. Os atrasos causados pelas alterações a serem feitas fizeram com que as vendas da revista caissem bastante. O último título foi desenhado por Gary Erskine, depois que Adams deixou a revista chateado pelo quanto sua arte havia sido censurada.


Depois que Millar saiu o título foi cancelado só retornado um tempo depois pela mãos de Robbie Morrison. Depois disso Millar só trabalhou em mais um título da DC, e hoje tem contrato de exclusividade com a Marvel, comentando inclusive que está na Blacklist da DC e que provavelmente não volte a trabalhar tão cedo com a editora depois de ter seu trabalho tão censurado e modificado.











Esse eu li todo: The Authority de Warren Ellis

April 5, 2006


Ola a todos, essa semana vou falar de The Authority, semana que vem também. Essa semana vou falar do Authority de Warren Ellis e Bryan Hitch, semana que vem Mark Millar e Frank Quitely!!!

Authority foi criado por Warren Ellis e Bryan Hitch em 1999, e derivou de outra série da dupla, Stormwatch. A proposta era um time de super humanos que faria seu trabalho custe o que custar. Era formado por: Jenny Sparks, o espírito deo século 20; Jack Hawksmoor, o deus das cidades; Swift, uma tibetana com asas e garras; Apollo, uma versão criada genéticamente do Superman e gay; The Midnighter, uma versão mais obscura do Batman que era amante de Apollo e tinha a habilidade de prever os movimentos de seus oponentes em combate; The Engineer, uma cientísta que substituiu seu sangue com nano tecnologia; the Doctor, um Holandes viciado que tinha os poderes de centenas de Shamãs que o precederam.

A passagem de Ellis e Hitch em Authoriry durou 12 edições divididas em 3 arcos: The Circle (O Círculo), Shiftships (Naves Dimensionais), e The Outer Dark (A Escuridão Exterior). Eles enfrentaram terroristas internacionais, invasões de uma Terra paralela e o criador do Sistema Solar. A passagem dos dois pelo título teve um sucesso muito grande entre os leitores devido a grande quantidade de ação com super-heróis, que na época era uma quantidade incomum. Depois de sua saída do título, a equipe foi substituída por Mark Millar e Frank Quitely, que vou falar semana que vem. Até mais!!!









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